Mais um software com a mão do Sr. Linus Torvalds que começo a usar: git. Git é uma ferramenta para controle de versão. Ao contrario do CVS e SVN que usam repositórios centrados em servidores, git usa o conceito de controle distribuído.

Links:

Site do projeto

A tutorial introduction to git - esse é um bom tutorial para começar.

Controle distribuído básico para os que usaram Subversion a vida inteira

Como usava o Subversion até algumas semanas atrás, já vou avisando: isso é novo para min. A chave para entender é diference entre o modo git e svn é:

1. Cada cópia é um repositório. Isso mesmo, cada cópia tem seus próprios branchs (isso é uma das melhores vantagens, IMHO).

2. Quando se faz um commit, as alterações não vão para um servidor e sim para a cópia local (ele usa outro jeito de trabalhar com o público).

Se eu soubesse dessas coisas antes já teria começado a usar-lo mais cedo.

Exemplo de uso: repositório em pendrive

Apesar de ser um meio inusual e perigoso de carregar projetos, git facilitou muito a minha vida neste ponto. Passei a usar o princípio de Hollywood: “Você não liga para gente, nós ligamos para você”.

Invés de criar um repositório no pendrive e commitar nele de uma cópia local como vazia antes. Agora eu mando o repositório do pendrive pegar as alterações de um repositório local.

Isso facilita, pois fica mais seguro e fácil criar branchs. E caso sistema de arquivos do dispositivo fique inconsistente não perco tudo.

Diretório com as informações de controle

Usa só uma pasta com o nome “.git” na raiz do repositório. WOW!

Criando arquivos .tar ou .zip de um repositório

É possível criar pacotes compactados somente com arquivos sob controle de versão. Achei isso matador. Exemplos:

[ sourcecode language="sh"]

$git-archieve –format=tar –preifx=DirRaiz/ HEAD | gzip > proj.tar.gz
$git-archieve –format=zip –preifx=DirRaiz/ HEAD > proj.zip

[/sourcecode]

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